quarta-feira, 24 de agosto de 2022

STELLA

 Anoitecer-me agora é tão triste

O alvorecer dos meus dias é tão pálido

Dar-me outro suspiro parece inválido

Pois sequer meu corpo permanece em riste


Eis que no céu desponta uma estrela

Que brilha e reluz com tons de ciano

Tomado de forças eu danço ao piano 

O firmamento é outro por simplesmente havê-la.


Céu, infinito teto celeste!

Que Luz fria e divina vem dela?

Esse Lumiar que agora me veste!


Faz-me lembrar da minha prequela

Um amor tenro, amor inconteste

Saudade que tenho, luminosa Stella!

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