Anoitecer-me agora é tão triste
O alvorecer dos meus dias é tão pálido
Dar-me outro suspiro parece inválido
Pois sequer meu corpo permanece em riste
Eis que no céu desponta uma estrela
Que brilha e reluz com tons de ciano
Tomado de forças eu danço ao piano
O firmamento é outro por simplesmente havê-la.
Céu, infinito teto celeste!
Que Luz fria e divina vem dela?
Esse Lumiar que agora me veste!
Faz-me lembrar da minha prequela
Um amor tenro, amor inconteste
Saudade que tenho, luminosa Stella!
