Soubesse da pequenez de ser grande
Glorificaria a inocência com brotos de louros na infância
E se soubesse a verminose da úmbria de nossa falange
Curaria com unguentos pueris toda ferida de ganância
Defunto vivente, deixei-me morrer e nada fiz
Corroeram-me os parasitas a mastigar e cuspir meus planos
Um engasgado e esganado com os brônquios repletos de giz
Mais um assassínio suicida com o fadário abastecido de anos.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
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