Panapanãs-marinhas.
Ando sem tempo para rimas.
Perdi-me num miolo de mar.
No pontinho de abismo em que me perco,
Circundam-me potes de ouro e vastidões de azul bem claro.
O passado brincando ciranda faz descasular as borboletas
E elas voam, vivem e voltam encasular...
Exceto quando batem no para-brisa de um coletivo inesperado.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
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