Arranha a cana destilada em refratário
Açanha a gana desse eu revolucionário
Há ranho e emana o olor do meu fadário
Apanho e sangro na lã do meu sudário
E não me acanha a lança nem calvário!
Filho da dor
Pilho o senhor
Humilho o opressor
Sou gay, sou preto, sou labor.
terça-feira, 13 de novembro de 2018
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário