Eu não sou eu, nem sou outro. Sou qualquer
coisa de intermédio". Quantas pessoas já me perderam tentando me
definir! Quantas outras já me ganharam por garimpar tesouros meus que
desconhecia. Tenho sorrisos salgados e lágrimas de confeito. Tenho uma
vontade desesperada de ter tudo e não me prender a nada. De ser tudo que
não seja nada. E voltar ao nada para reconstruir tudo. Um outro tudo, o
mesmo nada.
Não sou fênix pois não sou pássaro, pois não creio em
mitos. Sou cinza, talvez, que voa ao vento, que vira pó, que vira chão,
que vira vida, que vira tempo...e não vira nada. Mas, participa em tudo e
constrói o mundo.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
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